Lançamento de Livro

Foi lançada a 2ª edição do livro Reflexões Filosóficas (versão digital) que está disponível nas principais livrarias.

Sinopse: Nas últimas décadas o mundo transformou-se profundamente. Estamos vivendo um momento de incertezas e crises em quase todos os campos.  O livro traz a baila alguns temas complexos e inquietantes, como o retorno da Filosofia; política deliberativa na democracia; a alma e a felicidade; A política ética de Maquiavel; Ética na política é uma necessidade e/ou obrigação?; Uma análise filosófica do Código de Ética do Servidor Civil do Poder Executivo Federal; A globalização, a ética e os direitos humanos.

Convidamos você para dar uma olhada em um dos sites das livrarias abaixo, basta apenas escolher o de sua preferência e clicar:

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KOBO

LIVRARIA CULTURA

LIVRARIA SARAIVA

IBA

Boa leitura,

 

Rogério Corrêa

capa livro Rogério

Lançamento do livro “Festas de Carros de Boi” de Rogério Corrêa (2ª edição)

É com imensa satisfação que convido todos os admiradores de bons livros, da rica cultura sertaneja e dos carros de boi que foi lançada a 2ª edição do livro Festas de Carros de Boi (versão digital) que está disponível nas principais livrarias.

Convidamos você para dar uma olhada no  livro em um dos sites das livrarias abaixo, basta apenas escolher o de sua preferência e clicar:

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LIVRARIA CULTURA

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Boa leitura,

Rogério Corrêa

Capa Rogério Corrêa

 

CONVITE PARA ACESSAR O MEU NOVO SITE: WWW.CARROSDEBOI.COM.BR

Caros amigos(as) a partir desta data priorizarei o meu site oficial, portanto caso queira se manter atualizado favor acessar www.carrosdeboi.com.br . 

É sempre um prazer postar notícias sobre as festas de carros de boi e sobre a cultura do sertanejo!

Dê uma espiada  no site, nele você encontrará as melhores festas de nosso país!

Clique no link abaixo e se apaixone:

Desfile de Carros de Boi da Romaria do Divino Pai Eterno em Trindade – GO – anualmente na última quinta-feira do mês de junho*

Todos os anos na última quinta-feira do mês de junho acontece o tradicional desfile de carros de boi da Romaria do Divino Pai Eterno na cidade de Trindade-GO.
 

Desfile de Carro de boi de Planaltina – DF,

A cada ano que passa aumentam as festividades em várias cidades brasileiras para homenagearem esses verdadeiros heróis que são os carros de boi.  Na cidade satélite Planaltina-DF há vários anos comemora o aniversário da cidade com o tradicional desfile de carros de boi, neste ano acontecerá a sua 9ª edição.


Os carros de boi cantaram em Andrelândia – MG, no dia 4 de maio de 2014

Aconteceu no dia 4 de maio de 2014, o 1º desfile de carros de boi de Andrelândia, que ocorreu junto com uma festa de rodeio.  Há quase um século os carros de boi não cantavam nas avenidas daquele município.

(Foto: Reprodução/ TV Integração)

Festa da Lapa, Folia de Reis e Festas de Carros de Boi

No inicio do mês de maio de 2014 marcamos presença na 133ª Festa de Nossa Senhora da Lapa em Vazante/MG, Juntamente com a Folia de Reis Sagrada Família. 

Agradeço aos foliões por tornarem o evento tão grandioso e por divulgar essa rica cultura que tanto nos encanta. Obrigado!


Festa de Nossa Senhora da Lapa de Vazante – MG – 2014

 
Trecho do livro “Festas de Carros de Boi”:
Carreiros da Lapa
Clóvis Cardoso de Oliveira, 75 anos, da Fazenda Paulista, município de Catalão. Esse, tinha muitas histórias pra contar. Ainda faço um livro só com ele! Mas, tomei uns aperitivos, comi uns tira-gostos, e consegui umas poucas pérolas de seu Clóvis. Senão, vejamos:
Ele foi a Vazante pela primeira vez em 1956,  a fim de participar da Festa de Nossa Senhora da Lapa,  prática que o povo catalanense mantém até hoje. Naquela época,  a família e os amigos dele vinham de carros de boi e a cavalo, demoravam em média cinco dias para percorrerem todo trajeto. Eles viajavam, mesmo em época de natureza caprichosa, final de abril e início de maio, quando chovia muito. Eles vestiam capa de chuva (capa plástica) toldavam os carros de boi com couro cru e folhas de buriti, mas os bois pegavam bicho (varejeira) de tanta chuva.  Algumas vezes viajavam com garrotes ainda bravos, mas no trajeto eles iam ficando mansos.  Também acontecia de alguns bois machucarem os cangotes e para curarem as feridas deles, passavam sebo de vaca com azeite de mamona. Aconteceu de boi ficar ervado, e para curá-lo administravam meio litro de banha com meio litro de rapadura raspada. Efiavam essa mistura goela abaixo do boi, e ele melhorava. Foram muitas as vezes que seu Clóvis foi à Lapa de carro de boi, algumas dessas vezes, carreando para os outros. No Pouso dos Pilões (pequeno povoado de Goiás, perto da divisa com Minas), seu Clóvis achou que havia carros demais indo para a festa e resolveu contá-los, só por curiosidade: 98 carros de boi. Procuravam andar em comitiva sempre que ia à festa na Lapa, como eles chamavam Vazante naquela época. Ao chegarem à praça da igreja, organizavam-se da melhor maneira possível, estacionando os carros enfileirados.  Para isso, esticavam fios de algodão tornando as fileiras quase perfeitas. Todos montavam as barracas do lado direito do carro,  e a média de um carro para o outro era de quatro metros, visando ter espaço suficiente para os romeiros passarem de um lado para o outro. A boiada era solta nos pastos da dona Tunica. Chegava gente de todos os lugares, centenas de carros, milhares de bois, cavalos e burros. Êta festa boa!
►A grande promessa
Seu Clóvis Cardoso de Oliveira, certa vez foi contratado por um fazendeiro para dar suporte com um carro de boi, para que ele cumprisse uma graça alcançada. Esse fazendeiro tinha feito uma promessa para Nossa Senhora da Lapa, para que, se a filha dele escapasse com poucas sequelas, da paralisia infantil da qual estava padecendo, ele iria cumprir o prometido. Sua filha melhorou, ficou apenas manca de uma das pernas. Consequentemente, no ano seguinte, esse pai percorreu a pé, carregando a sua filha de 10 anos, da localidade onde ele morava, até a gruta onde fica a imagem da Nossa Senhora da Lapa, em torno de 140 quilômetros. A honestidade de quem tem a fé de haver recebido uma graça, é mesmo surpreendente.

                               

Principais eventos no sul do país

 ·  Maio
·  Dia 30 - a 04/05/2014 – 42º Rodeio Nacional CTG Os Praianos – São José – SC
·  Dia 01- a 04/05/2014 – 16º Rodeio Crioulo de São Sebastião do Caí – Parque de Eventos da UCS Vale do Caí – São Sebastião do Caí;
·  Dia 01 - a 04/05/2014- 10º Rodeio Interestadual do CTG Tropeiros do Litoral – Mostardas
·  Dia 01 - a 04/05/2014 – X Festa Campeira – CTG Sentinela do Rio Grande – Parque de Eventos – Glorinha;
·  Dia 01 - a 04/05/2014 – XXX Rodeio Crioulo Nacional – CTG Vale da Amizade – Turvo – SC;
·  Dia 02 - a 4/05/2014 – Haras Virgínia promove 5ª Etapa Laço Comprido e 2ª Etapa Laço Técnico – Local- Haras Virgínia;
·  Dia 02 - a 04/05/2014 – 12ª Festa Campeira CTG Amigos da Tradição – Parque de Rodeios João Florian – Caxias do Sul;
·  Dia 03 - e 04/05/2014 – 1º Festiart – Festival de Invernadas Artísticas -Realização Assoc. Centro Tradicionalista Gaúcho Vale do Gravataí;
·  Dia 08 - a 11/05/2014 – 47º Rodeio Crioulo do CTG Erva Mate – Parque Municipal do Chimarrão- Venâncio Aires;
·  Dia 08 - a 11/05/2014 – 16º Rodeio Crioulo Estadual de Cidreira – CTG Vaqueanos do Litoral – Parque de Rodeios Zeca Primo – Distrito da Fortaleza – Cidreir;
·  Dia 09 - a 11/05/2014 – II Rodeio Crioulo Nacional – CTG Rio Jordão – Siderópolis – SC;
·  Dia 16 - a 18/05/2014 – XXVI Rodeio Crioulo Nacional – CTG Herança do Velho Pai – Morro da Fumaça – SC;
·  Dia 23 - a 25/05/2014 – XX Rodeio Crioulo Nacional – CTG Porteira Catarinense – São João do Sul – SC;
·  Dia 28 - a 01/06/2014 – 34º Rodeio Crioulo Internacional de Osório;
·  Dia 29 - a 01/06/2014 – XVIII Rodeio Crioulo Nacional – CTG 13 Guapos – Imbituba – SC;
·  Julho
·  Dia 05 - a 07/07/2014 – 6º Rodeio Internacional CTG Fazenda Silva Neto – Canelinha- SC;
·  Setembro
·  Dia 05 - a 07/07/2014 – 6º Rodeio Internacional CTG Fazenda Silva Neto – Canelinha – SC;
·  Novembro
·  Dia 05 - 09/11/2014- 30º Rolantchê Internacional – Parque Municipal Vitor Mateus Teixeira- Rolante;
·  Dia 27 - e 30/11/2014 – IV Rodeio Nacional de Esmeralda. 
Informação disponibilizada em: http://www.macanudogaucho.com.br/agenda/

O carro de boi cantará no município Lapa – PR, em comemoração ao Dia do Tropeiro

Em comemoração ao Dia do Tropeiro terá desfile de carros de boi no dia no dia 27 de abril de 2014 (domingo)  no município Lapa – PR, juntamente com outras programações.  




Salve o tropeirismo e os carros de bois que tanto contribuíram para o desenvolvimento de nosso país!

O Carreiro Alcimino carreando com o Carro de Boi Titanic – Vazante *

Esse é um ótimo vídeo para ser assistido e se preparar para a festança de 2014!
Durante o XIX Mutirão de Carro de Boi da Comunidade da Cachoeira, em  Vazante-MG, ocorrido no período de 19 a 21/06/2013. o carreiro Alcimino, de Guimarânia-MG, amarrou sua boiada no Carro de Boi conhecido por Titanic, carregado com mais de 60 balaios de medida de milho em espiga, carro este de Dirceu José da Silva, Unaí-MG. O desafio de subir e descer a Serra da Boa Vista é a parte mais marcante deste mutirão, devido ao grau de dificuldade. O vídeo abaixo mostra este desafio.Veja clicando na imagem.
*Informação extraída: http://www.carrodeboi.com.br

O carro de boi cantou em Santa Rita de Caldas – MG.

(Foto: Christian Minoru)

“No dia 06 de abril de 2014 aconteceu o tradicional Desfile de Carros de Boi de Santa Rita de Caldas. O evento marca a abertura das festividades em homenagem a Santa Rita, padroeira da cidade. O encontro dos carreiros teve início há cinco décadas, idealizado pelo Padre Alderigi Maria Torriani, com o objetivo de trazer lenha para as pessoas necessitadas do município. Como de costume, os carreiros foram recepcionados em um almoço especial e homenageados com uma lembrança do desfile. Também receberam a esperada bênção em frente ao Santuário de Santa Rita.O barulho charmoso das rodas dos carros de boi que percorrem as ruas da Capela anuncia que a tradição permanece viva no coração do povo santarritense.”*

*Informação extraída de: http://www.prefeiturasrc.mg.gov.br

Da fixação do homem a terra à invenção dos carros de boi – (trecho do livro "Festas de Carros de Boi"

Da fixação do homem a terra à invenção dos carros de boi
Fixação do homem e desenvolvimento da agricultura de subsistência
Há milhares de anos, nas sociedades primitivas, os seres humanos eram nômades. Significa dizer que não moravam sempre no mesmo lugar, viviam em bandos e saíam em busca de lugares que pudessem atender as suas necessidades de sobrevivência; de preferência que fossem próximos de lagos ou rios. Habitavam o local de acordo com a disponibilidade de alimentos que a natureza lhes oferecia; dependiam da coleta de alimentos silvestres, da pesca e da caça. Naquela época ainda não havia cultivos, criações domésticas, armazenamento e também não se trocavam mercadorias entre bandos diferentes, pois eram rivais.
De tal modo, em certos períodos tinham fartura de alimentos e em outros passavam fome. Daí partiam em busca de um novo local para se instalarem. Para alguns deles, a busca do alimento, em princípio era fácil, mas com o passar do tempo ficava difícil, porque eles não sabiam replantar o que comiam, e quando os alimentos mais próximos acabavam, eles tinham que percorrer longas distâncias. Então, eram obrigados a se mudarem novamente.
Pela observação, descobriram que as sementes das plantas, quando devidamente espalhadas ao solo, germinavam, e com o passar do tempo elas cresciam e davam frutos, e que alguns animais podiam ser domesticados.
Esse momento é muito importante para os seres humanos, porque é o início da agropecuária e da fixação do homem a um lugar preestabelecido por eles.
Conforme expõe Carneiro, com a fixação do homem em locais predefinidos, ele desenvolveu a agricultura de subsistência. O trigo e a cevada foram as primeiras plantas a serem cultivadas. ambas surgiram na Ásia Menor, entre 6000 e 7000 a.C. 
Cabe observar que uma das grandes conquistas técnicas, ligadas ao plantio, foi a invenção e o uso do arado, que inicialmente era puxado por humanos, e após o século V a.C., foram usados animais atrelados.
O arroz, cuja origem é mais recente em torno de 2000 a.C., originário na Península da Indochina, era uma gramínea de solo seco, e foi a ação humana que a adaptou artificialmente, após 2000 anos de cultivo, como uma planta semiaquática.
O terceiro cereal mais importante do mundo é o milho, plantado há cerca de 3000 a 3500 a.C., nos planaltos mexicanos, difundo por toda Europa por volta do século XVI d.C. graças aos espanhóis que o espalham pelo mundo. Ele se tornou parte essencial da dieta europeia, chegando à Itália por volta de 1600, sendo consumido como papas e mingaus.
A respeito do uso do sal, os registros mostram que ele já era usado na Babilônia, no Egito, na China e em civilizações pré-colombianas, em torno de 3000 a.C.
A mandioca foi a planta mais importante das populações litorâneas da América do Sul. Mas sei que raramente alguém pensa nela quando está saboreando os deliciosos pães de queijo mineiros que fazem sucesso além-Minas, além-Brasil. Também acho improvável que alguém relacione as primeiras prensas para a farinha de mandioca, sendo apertadas pela força dos bois de canga, assim como seria exagerado pedir que se tragam à baila memórias das grandes farinhadas, cujo produto, desde a própria farinha até o polvilho, era puxado pelos carros de boi. É que geralmente acontecia de as casas de farinha serem logisticamente erguidas próximas as fontes de água corrente, para facilitar o trabalho dos farinheiros. Essa opção geográfica facilitava o trabalho agricultável, mas era penoso para os carreiros e seus carros de boi, que cantavam para subir longas, e muitas vezes lisas serras, pois a época de farinhada não raro coincidia com temporada de chuvinhas, aquelas que fazem as encostas se parecerem com peixe ensaboado.
Os carros de boi e suas parelhas merecem ou não festividades dedicadas a eles? Eu penso que sim. Por isso mesmo também me dediquei a ir até cada uma delas durante três anos e registrá-las, para que o máximo possível de pessoas soubessem que as raízes do Brasil também dependeram de rodas e de muitos pares de patas.”

II BIENAL BRASIL DO LIVRO E DA LITERATURA – PERÍODO: DE 11 A 21 DE ABRIL DE 2014

Estarei expondo os meus livros na II BIENAL BRASIL DO LIVRO E DA LITERATURA – no período de 11 a 21 de abril de 2014.

Convidamos vocês para prestigiar esse grande evento!

O caso da onça

Manoel Carlos (1922-2012) contou que “Houve um garotinho… É que antigamente, na região, o senhor sabe, Rogério. Só tinha mata por todos os lados, muitos peixes e bichos de todos os feitios: cobras, veado, capivara, caititu, quati, tamanduá-bandeira, macaco, queixada, sucuri, tatu, onças… mesmo! Se alguém se aproximasse da carniça que ela tivesse pegado, ela pegava também. Mas onça não é ruim como o povo fala e entende. Podia passar perto dela que ela não fazia nada. Só queria encher a barriga. Depois da barriga cheia, elas num perturbava.” ‒ E ele foi contando: ‒ “Existia uma mulher, colhendo algodão. Ela levou o filho pequeno com ela, e pra ele não ficar no sol, colocou ele debaixo duma moita de mato, encima duma coberta. De repente, a dona escutou o menino dando risada, e foi lá ver o que tava acontecendo. Avistou uma onça passando a pata no garoto e ele gargalhando. A mulher gritou; a onça agiu; se apossou de sua presa pelo pescoço, e ganhou a mata. Devia de ser hora do almoço. E houve um garotinho, seu Rogério. Pois foi!”  

Êh!, as onças!” E explicou seu entendimento sobre as onças: “Se andasse suzinho, à noite, a onça pegava a pessoa mesmo. Quando anoitecia, as cobra entravam nos rancho, ou nas casa de pau a pique. Era perigoso por demais! Se pisasse em alguma, podia ser picado.” Mas o foco da narração de seu Manoel Carlos era mesmo a onça. “Quando se via uma, com seu filhote, era melhor sair de perto, o bicho era perigoso demais!, principalmente se ela tivesse acuada de cachorro. Moço, olhe, ela vinha pra cima

Essa é uma das muitas histórias e causos que consta do livro “Festas de carros de boi”. Não perca tempo adquira o seu!

As cicatrizes feitas pela onça

Vander Alves Pereira, 68 anos, narrou que há uns cinquenta anos, na época em que ele era festeiro da romaria da Nossa Senhora da Lapa, ao ver um senhor com várias cicatrizes no rosto, perguntou ao homem qual era a história delas. Esse homem contou a ele que estava em Vazante,  pagando uma promessa à Nossa Senhora da Lapa,  por ter salvado a vida dele. Sua vida estivera em risco quando,  andando a pé em suas terras, sentiu o peso de algo que saltara sobre suas costas. Percebeu que era uma onça, e foi jogado ao chão,  já sentindo as mordidas dela, porém ficou sem reação,  mas estava consciente. Nesse momento ele clamou por Nossa Senhora para salvar a sua vida. A onça o arrastou para próximo a uma das margens de um rio onde estavam os filhotes dela.  A onça se afastou um pouco do local e ele mergulhou no rio largo. Nisso,  a onça ouviu o barulho e o acompanhou do lado do barranco,  por looonnngo tempo,  até desistir. Segundo esse homem, quando caiu na água e molhou os ferimentos quase não suportou a dor, entretanto, a Santa lhe deu forças, e ele conseguiu nadar e sobreviver.

Essa é uma das muitas histórias e causos que consta do livro “Festas de carros de boi”. Não perca tempo adquira o seu!

O bicho pegador de gente – causo que consta no livro "Festas de carros de boi"


►O bicho pegador de gente 
O Tião Corrêa contou que, antes do nascimento dele, o pai dele teve de fazer uma

viagem de carro de boi até Patrocínio, para buscar uma carga, junto com outro carreiro e o candeeiro Caetano. Naquela época, antes de 1940, não havia automóveis na região de Vazante. Ao chegarem próximo à rodovia de Patrocínio,  avistaram um carro antigo que eles chamavam de baratinha, foi quando o Caetano viu aquele negócio estranho,  com dois homens dentro, fazendo um barulho esquisito,  se aproximando. Então, o menino largou a guia e saiu correndo pelo serrado afora. Correu, correu, retornou e pulou dentro do carro de boi. Ficou encolhido abraçando o cabeçalho. O carreiro tentou acalmá-lo dizendo: “Larga de ser bobo, isso é apenas um carro à gasolina”. Caetano respondeu: “Não senhor, não senhor é um bicho, e ele já pegou dois!” Com muita dificuldade conseguiram tirar o Caetano de lá e seguiram viagem. Ao chegarem a Patrocínio, não demorou muito para ouvirem o apito do trem de ferro (maria fumaça) que estava chegando à cidade. Mas quando Caetano viu o tamanho do bicho, com aquele barulho quase que ensurdecedor, novamente ele se desesperou, saiu correndo e entrou na primeira casa que estava com a porta aberta e se escondeu debaixo da cama. Enquanto ele entrava correndo para dentro da casa, os moradores se assustaram e saíram correndo para fora, com medo, sem saber o que estava acontecendo. O carreiro Joaquim Machado pediu licença aos moradores para entrar na casa deles e tirar o Caetano de lá. Quando ele pegou no pé do Caetano e puxou, o menino gritou: “Não me leva não! Tô com medo, tô com medo! O bicho tava falando ticomu, ticomu, ticomu, ticomu!”

Esse é um dos muitos causos que consta do livro “Festas de carros de boi”. Não perca tempo adquira o seu!

FESTAS DE CARROS DE BOI – nota do autor



Nota do autor que consta no livro “Festas de carros de boi”
Se olhar a minha árvore genealógica se poderá comprovar que meus antepassados, de várias gerações, são do mundo rural e carreiros.
Por ter vivido a minha infância e juventude na roça e amar a cultura do sertanejo, participo das Festas de Carros de Boi de Vazante – MG (a tradicional) desde 1994. Nunca perdi uma; de alguns anos para cá passei a estudá-las.

Houve edições que acompanhei todo o percurso a cavalo, porém, por morar fora de Minas Gerais nos últimos anos, indo lá só em ocasiões específicas, em algumas das edições preferi seguir de carro para os pousos dos carreiros. Acampava junto a eles, e no próximo dia, mudava para o outro pouso, e assim sucessivamente, até o último dia de festa.
Há três anos resolvi registrar as pesquisas em um livro e iniciei a busca de material sobre o assunto. Para meu espanto, no livro que ora escrevo o carro de boi iria precisar, não apenas do registro das festividades acerca dele, mas igualmente de que fosse narrada sua importância histórica para o Brasil e para o mundo, porque afora o livro “O Ciclo do Carro de Bois” no Brasil, de Bernardino José de Souza, (1884-1949), edição póstuma, quase nada mais existe de científico a respeito do assunto.
Na pesquisa de campo, durante os três anos que me dediquei ao estudo, entrevistei vários carreiros, candeeiros; gravei diálogos com eles e com participantes das festas e entusiastas do tema. Esses depoimentos estão organizados nas páginas finais deste livro.
O intento de registrar a tradição dos carros de boi é, primeiro para relembrar à sociedade do valor que eles tiveram e ainda têm; tentar salvar do esquecimento essa tradição que foi vital à sobrevivência de tantas comunidades pelo país afora, e preencher a absoluta inexistência de conteúdo científico sobre os carros de boi.
Naqueles diálogos estabelecidos entre mim e os carreiros e candeeiros, além dos vários adeptos do assunto, pude comprovar quão apaixonados eles são pela cultura, labuta diária nos dias de festa; pela amizade e camaradagem entre eles e os demais participantes.
A paixão deles é nítida naqueles dias que antecedem as festas, mas também permanece quando elas terminam e eles devem voltar para suas casas. A paixão está contida no ritual de cada festividade, está contida no retorno para casa, porque voltam possuídos de uma expressão de êxito. Eu não exagero se digo que voltam cantando. Alguns desses carreiros levam longos dias de viagem para retornarem às suas casas.
Então, estou falando de uma comemoração que exige muito, fisicamente, de cada participante. É claro que exige mais das parelhas de bois, mas elas são selecionadas, treinadas e naturalmente mais fortes do que os homens. Daí que é-nos necessário molhar a garganta para tirar a poeira, ou para esterilizá-la da lama. Para tanto, usamos algumas doses da cachacinha mineira. Depois, temos de alimentar o corpo, que consome muita energia nas festividades. Por isso, é graças ao trabalho distanciado da editora, que não se sente exalar das páginas deste livro um suave cheiro de cachaça mineira, ou o delicioso aroma das comidas típicas, pois nessas festividades não podem faltar boa cachaça e comida mineira.
Em junho de 2010 fixei minha primeira barraca em torno das festividades, de posse de meu binóculo de pretenso Antropólogo, Jornalista, Historiador… mas sou Filósofo! Enfim, procurei mencionar todas as festividades que utilizam carros de boi na região de Vazante, tendo em vista que a maioria dos carreiros participa de mais de uma delas, e seria injusto retratar apenas uma ou outra festividade.
Geralmente as festividades acontecem no mês de julho, época em que se colhem as lavouras de milho, principal produto transportado pelos carreiros em dias de festa. Também é a época mais fria e empoeirada do ano, fatores esses que dão um ar mais rudimentar a festança. Muitos não participam da festa devido à junção dessas duas adversidades. Porém, no meu ponto de vista essas adversidades caem como luva. Aquele cenário fica mais agreste, dá um tom mais especial e faz com que os participantes vivenciem o que é realmente uma festa de carros de boi.
Essas duas festas são itinerantes. Quando resolvi partir para a pesquisa de campo com gravador e câmera fotográfica, fui conversando com muitas pessoas, priorizando as mais idosas, supondo que estivessem há mais tempo no ofício de carrear. Eu queria conhecer detalhes sobre a dura vida dos carreiros no passado.
Fui a várias fazendas na região de Vazante e circunvizinhanças. Gravava e fotografava tudo. Durante todos os dias da Festa de Carros de Boi da Comunidade Cachoeira e da Festa de Carros de Boi de Vazante (a tradicional/2011), fiquei em pontos estratégicos para ir conversando com os candeeiros, carreiros e visitantes, além de tirar fotos. Sempre os acompanhava, e quando conversava sobre algo mais relevante, eu gravava.
Primeiro dia: na roça de milho, enquanto enchiam os carros de boi com as espigas de milho, ou com as sacas de milhos debulhadas, após deixarem os carros preparados para o dia seguinte, eles montam os toldos junto aos carros de boi, ou suas barracas. Alguns dormem debaixo dos carros, preparam as suas refeições do lado do carro de boi, tomam suas cachaças, cervejas e contam os causos. Muitos deles afirmavam que só dariam a entrevista depois que eu tomasse uma dose de cachaça, ou outra bebida com eles, e comesse um tira gosto (carne de porco na banha, rapadura, farofa, carne, paçoca de carne ou pedaço de rapadura). Em geral, é algo especial, que eles preparam para os dias de festa, então é uma descortesia não aceitar o que oferecem, e burrice também, porque cheira muito bem e é delicioso! Impossível recusar. Ser educado também facilita a entrevista.
Após algumas entrevistas, seguindo esse ritual, reconheço que ficava um pouco alegre, pois bebia de tudo um pouco.
Todos os dias têm forró em meio aos pousos, e outras atividades que podem ser cantorias próximas aos carros de boi, regadas a muita bebida e prosas descontraídas. Mesmo as noites muito frias não desanimam os participantes. É que todos estão ali com um propósito maior: carrear. Passatempos ou intempéries, tudo faz parte da lida do carreiro e ele deve gozar ou superar com sua tradicional força.
Segundo dia: pela manhã, acontece o desjejum, em seguida a missa, posteriormente partem para um novo local a vários quilômetros dali. Durante o trajeto, passam por um riacho, outro ponto que é parte da trilha mapeada pelos organizadores. São muitas as pessoas que vão bem cedo para a beira do rio assar carne, beber e esperar para verem os carros passarem dentro do riacho. Muitos só saem de lá no final do dia e partem para o segundo pouso, onde tudo se repete: forró, cantoria, comidas típicas etc.
Terceiro dia: é o ponto que exige mais dos carreiros, pois saem bem cedo para subirem a Serra da Boa Vista (em torno de sete quilômetros). Por volta das 7 horas da manhã, na Serra, enquanto os carreiros subiam, eu fazia o percurso inverso, para conversar com eles e fotografá-los. Eu tinha me adiantado, justamente para descer quando eles estivessem subindo. É um espetáculo inesquecível! Subi e desci os sete quilômetros a pé, com um sol escaldante. Chapéu na cabeça, botina nos pés, esses aparatos protegem bem pouco o homem moderno, que se desabituou às durezas do campo. Engoli muita poeira (em alguns locais, após dezenas de carros de boi passarem o chão afunda alguns centímetros), suei bicas, atolei até ao meio da perna. Era quase divertido, se não fosse pelo fato de, ao final do dia, eu estar moído. Mas, antes de o fim do dia chegar, ali pelo meio-dia, eu estava ainda refazendo o percurso de volta para o cume da serra, onde milhares de pessoas ficavam dançando, assistindo os carros subirem e onde são disponibilizadas comidas típicas, biscoitos feitos em fornos à lenha e mais umas doses de cachacinha, pra animar. Nessa hora, já muito cansado, eu continuava colhendo informações para o livro, enquanto via um carreiro que fosse, de pé.
Por volta das 18 horas saía do alto da serra, desci a serra para o pouso, debaixo de várias mangueiras, onde tudo se repetia: forró, cantoria, comidas típicas etc.

Quarto dia: é o último dia de festa, os carreiros fazem um percurso bem maior para chegarem ao local onde serão recepcionados.  No último dia o número de participantes aumenta drasticamente, são milhares deles. Novamente, o forró, cantorias de vários artistas, comidas típicas e outras apresentações.
Todos os dias, por ter que andar muito, ficar o dia todo debaixo de sol e andando a pé, à noite quase não conseguia desfrutar das festividades. O cansaço era tanto, que eu já ia dormir, para no dia seguinte prosseguir com o trabalho documental. Mantive essa rotina de pesquisa nas festas, além de ir várias vezes às fazendas, para conversar com os carreiros. Fiz inúmeras gravações, além de tirar muitas fotos. Quando fui organizar o material para transcrição, vi que havia perdido grande parte das gravações. O gravador fora danificado pela poeira e suor, ao tentar baixar os arquivos, a maioria do trabalho estava perdido. Aquelas pessoas que eu sabia onde encontrar fui logo tentar entrevistar novamente, porém, outras, tive que aguardar para o próximo ano, 2012.
Em 2012 fiz tudo novamente. Entretanto, vários daqueles entrevistados no ano anterior (inclusive pessoas de outros países), não quiseram dar novas entrevistas. Alguns alegaram até coisa do tipo: “Não estou tão inspirado como da outra vez”.
Se me perguntarem se é cansativo, responderei que sim, bastante; se é algo diferente? Com certeza é, pois retrata uma cultura que quase foi extinta, é original, singular e devido a isso, está se alastrando pelo país afora.
Durante as festividades, o original é viver a vida do caipira, independente do statussocial que cada um tenha fora de lá; quando se está carreando, não existem diferenças entre ser doutor, latifundiário, empresário etc., o que importa é conseguir fazer todo o trajeto e curtir a festa com os amigos.
Durante as festividades, encontramos pessoas simples, que realmente trabalham na roça para tirarem o sustento, mas também encontramos quem participe das festividades apenas por amor ao tipo de cultura, geralmente tendo alguma ligação com os locais, ou porque souberam que ali se festeja a importância dos carros de boi.

CARROS DE BOI OU CARRO DE BOIS?


Nota de revisão que consta no livro (Festas de carros de boi) de  minha autoria:


O ICEIB ‒ Instituto Cultural de Escritores Independentes do Brasil, da qual é integrante o autor deste livro Rogério Corrêa, respeita a licença poética, e em vista do cerne daquilo que a compõe, a Literatura, sempre apoiará o uso de todas as variantes linguísticas nacionais, conforme seja o desejo manifestado pelo escritor de assim as expor em sua produção literária.
Desde o advento da Linguística no Brasil, como disciplina ensinada nas academias e mais recentemente em algumas escolas de ensino fundamental e médio, tornou-se comum procurar esclarecer às pessoas, acerca das enormidade de variantes linguísticas (falas regionais) existentes no Brasil e o respeito que se deve ter por elas, pois o essencial de uma língua é estabelecer comunicação. Uma vez que a comunicação se estabeleceu, os conceitos de “certo” e “errado” devem se sujeitar aos cuidados do bom senso, para evitar preconceitos linguísticos que culminem em preconceitos sociais.
Variantes linguísticas devem ser entendidas como componentes da nossa cultura e respeitadas dentro da fala. Todavia, não se pode admitir que o respeito à fala se sobreponha ao uso da Norma Padrão, especialmente em textos. A padronização da escrita evita muitas confusões de interpretação na leitura e uma “torre de babel” na Língua Portuguesa.
Neste livro trazemos como título um substantivo composto por justaposição carro de boi, escritos por aí de várias maneiras, principalmente com o boi no plural. Além disso, alguns estudiosos até defendem nomenclatura diferente para o termo. Tratar-se-ia de uma locução substantiva ‒ salve a controvérsia! E então vamos a mais uma: o formulário ortográfico de 1943 permitia que se grafasse com ou sem hífen aquela composição, mas o acordo de 1990 aboliu a divergência, fixando a grafia, sem o hífen.

 
Quanto ao substantivo composto carro de boi fazer o plural no segundo elemento, após a preposição, a regra diz: substantivos compostos, quando se trata de dois substantivos ligados por uma preposição clara, apenas o primeiro elemento vai para o plural.
Sobre isso, alguns dicionários definem:
Significado de carro-de-boi
Português
Substantivo
Carro-de-boi [sic] masculino (plural: carros-de-boi[sic])
1.  transporte rudimentar de madeira, com duas rodas, que se move sendo puxado por bois (Nossa Língua Portuguesa sd.).
O “Dicionário Aurélio” traz: “Substantivo masculino. Carro de boi. 1. Carro (1) movimentado ou puxado, em geral, por uma ou mais parelhas de bois, e guiado por carreiro.”
No site “Só Português”, e em qualquer boa Gramática da Língua portuguesa, é possível conferir a regra dos substantivos compostos. Em 2003 a Editora Itatiaia publicou o livro “Ciclo do Carro de Bois no Brasil”. O título usando a variante “carro de bois” deve ter sido licença poética ao autor Bernardino José de Souza.
Rogério Corrêa questionou, pleiteou o uso de qualquer uma das diversas variantes que encontrou, enquanto pesquisava para compor este livro. Mas, no fim das contas, deixou a critério desta revisora aplicar ou não a Norma Padrão. Apliquei-a.
 

Maria das D. D. de Sá de Amorim
26 de junho 2013.

Circuito Baiano de Cavalgadas de 2014*

Data: 13/04/2014
Local:Săo Francisco do Conde
Grupo:Grupo Indomáveis
Contatos:71 8882-2862
Data: 20/04/2014
Local:Porto de Sauípe
Grupo:Grupo Cavalreiar
Contatos:71 9984-9693
Data: 27/04/2014
Local:Serrinha
Grupo:Grupo Alto Sereno
Contatos:75 3261-2299
Data: 18/05/2014
Local:Cruz das Almas
Grupo:Grupo Cavaleiros da Paz
Contatos:75 9991-6433
Data: 01/06/2014
Local:Alagoinhas
Grupo:Grupo Hípico
Contatos:75 9962-1116
Data: 02/07/2014
Local:Monte Gordo
Grupo:Grupo ACC
Contatos:71 9947-2555
Data: 19/07/2014
Local:Canavieiras
Grupo:Grupo do Boinha e Equipe
Contatos:73 9973-0020
Data: 14/09/2014
Local:Pedrăo
Grupo:Grupo Amigos de Pedrăo
Contatos:75 8146-5610
Data: 21/09/2014
Local:Amélia Rodrigues
Grupo:Grupo Clube do Cavalo
Contatos:75 9194-1834
Data: 28/09/2014
Local:Conceiçăo da Feira
Grupo:Grupo Amantes da Cavalgada
Contatos:75 8174-7476
Data: 11/10/2014
Local:Salvador
Grupo:Cavalgada da Orla – ABCCPE
Contatos:71 3286-5700
Data: 19/10/2014
Local:Praia do Forte
Grupo:Grupo Cavaleiros do Forte
Contatos:71 9913-3303
Data: 26/10/2014
Local:Conceiçăo do Jacuípe
Grupo:Grupo Quem Gosta Gosta
Contatos:75 9125-3925
Data: 09/11/2014
Local:Candeias
Grupo:Grupo Lua Nova
Contatos:71 8849-9981

Data: 16/11/2014
Local:Simőes Filho
Grupo:Grupo Ferradura de Ouro
Contatos:71 9262-0039
Data: 23/11/2014
Local:Santo Amaro
Grupo:Grupo Cavalo de Fogo
Contatos:71 9195-9509
Data: 07/12/2014
Local:Terra Nova
Grupo:Grupo Espelho da Terra
Contatos:71 9631-4989
Data: 14/12/2014
Local:Maragojipe
Grupo:Grupo Arreio de Ouro
Contatos:75 9915-9884
 

Agenda de rodeios de 2014*


Abril:
01 a 06 – Rodeio de Cotia/SP
01 a 04 – Rodeio de Guapiara/SP 
02 a 05 – Rodeio Festival de Planalto/SP
03 a 06 – Rodeio dos Campeões em Brasília/DF
03 a 06 – Encontro de Campeões em Ipiguá/SP
03 a 06 – Rodeio de Rondonópolis/MT
10 a 13 – Rodeio de Contagem/MG
10 a 13 – Rodeio Top Fest de Bonfinópolis/GO 
10 a 13 – Rodeio de Corrego Rico/SP
04 a 13 – Sumaréna em Sumaré/SP
13 – Desfile de carros de boi em Ipuiuna/MG
19 a 21 – Rodeio de Miraí/MG
19 a 21 – Rodeio de Maracaí/SP
16 a 21 – Rodeio de Paranapanema/SP
24 a 27 – Rodeio de Monte Alegre de Minas/MG
25 a 27 – Rodeio de Perobal/PR
25 a 27 – Altamira Rodeio Show em Altamira do Paraná/PR 
25 a 27 – Festa de Rodeio de Nantes/SP
30 – Festa do Peão de Palmital/SP

Maio:

01 a 04 – Festa do Peão de Palmital/SP
01 a 04 – Rodeio de Colatina/ES
01 a 04 – Rodeio de Lagoa Formoso/MG
01 a 04 – Rodeio de Primeiro de Maio/PR
07 a 11 – Expo Rodeio Show de Capão Bonito/SP
08 a 11 – Rodeio de Indaiatuba/SP
08 a 11 – Festa do Peão de Cajamar/SP
08 a 11 – Rodeio de Ouro Verde do Oeste/PR
08 a 11 – Rodeio de Tacuru/MS
08 a 11 – Rodeio de Fernando Prestes/SP
15 a 18 – Rodeio de São José do Rio Claro/MT
22 a 25 – Rodeio de Sales de Oliveira/SP
22 a 25 – Arena Rodeo Festival em Presidente Prudente/SP
29 a 31 – Rodeio de Dourados/MS
29 a 31 – Rodeio de Bragança/PA

Junho:

01 – Rodeio de Dourados/MS
01 – Rodeio de Bragança/PA
05 a 08 – Expo Santa Helena/GO
05 a 15 – EXPOARA em Araguaína/TO
12 a 15 – Rodeio de Sinop/MT
11 a 15 – Rodeio de férias de Junqueiropolis/SP
13 a 22 – Festa do Peão de Americana/SP
26 a 29 – Rodeio de Rio Maria/PA

Julho:
03 a 06 – Rodeio de Dores dos Ganhães/MG
03 a 06 – Rodeio de Mineiros/GO
10 a 20 – Expo Rio Vergo/GO
10 a 13 – Rodeio de Pontalina/GO
16 a 20 – Rodeio de Morro Agudo/SP
16 a 20 – EXPOCOLIDER em Colíder/MT
23 a 27 – Rio Preto Rodeio Country Bulls em São José do Rio Preto/SP
24 a 27 – Rodeio de Patrocínio Paulista/SP
23 a 27 – EXPOTAN em Guarantã do Norte/MT

Agosto:

01 a 03 – Rodeio de Água Doce do Norte/ES
07 a 10 – Rodeio de Juína/MT
14 a 17 – Rodeio de Água Comprida/MG
21 a 31 – Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos/SP

Setembro:

04 a 07 – Rodeio de Perdizes/MG
04 a 07 – Festa do Peão de Rinópolis/SP
10 a 13 – Rodeio de Urupês/SP
11 a 14 – Festa do Peão de Nuporanga/SP
19 a 21 – Rodeio de Icaraíma/PR
19 a 21 – Rodeio de Marilac/MG

Dezembro:

18 a 21 – Rodeio de São Vicente/SP

CALENDÁRIO DE FESTA DE PEÃO DE RODEIO 2014*

Abril:
10 a 13 –Rodeio em Iacanga /SP
10 a 13 – Rodeio de Corrego Rico/SP
04 a 13 – Sumaréna em Sumaré/SP
13 – Desfile de carros de boi em Ipuiuna/MG
19 a 21 – Rodeio de Maracaí/SP

16 a 21 – Rodeio de Paranapanema/SP
24 a 27 – Rodeio em Tabatinga/sp
26 a 30 Abril e 1,2 e3 de Maio Ribeirão Rodeio Music

Maio:
08 a 11 – Rodeio de Ouro Verde/PR
08 a 11 – Rodeio de Fernando Prestes/SP
22 a 25 – Rodeio de Sales de Oliveira/SP
22 a 25 – Arena Rodeo Festival em Presidente Prudente/SP
Junho:
05 a 08 – Expo Santa Helena/GO
11 a 15 – Rodeio de férias de Junqueiropolis/SP
13 a 22 – Festa do Peão de Americana/SP
Julho:
10 a 20 – Expo Rio Vergo/GO
16 a 20 – Rodeio de Morro Agudo/SP
24 a 27 – Rodeio de Patrocínio Paulista/SP
Agosto:
21 a 31 – Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos/SP
Setembro:
11 a 14 – Festa do Peão de Nuporanga/SP
10 a 13 – Rodeio de Urupês/SP

Exposição da obra “Festas de Carros de Boi” em São Paulo

Exposição: “Questões do universo feminino” no Centro Cultural Árabe Sírio em São Paulo-SP*
Endereço: Rua dos Ingleses, 149, Bixiga, Bela Vista – São Paulo
Início: 24 de fevereiro de 2014
Encerramento da exposição dia 31 de março de 2014, com retirada das obras.

- No dia 11 de março de 2014 Mary Yamanaka expôs o quadro “Festas de Carros de Boi”e fez uma bela palestra sobre o seu trabalho e a nossa parceria. Além de disponibilizar o livro “Festas de Carros de Boi” para os frequentadores da exposição para terem conhecimento quanto ao livro e tema. 

Foto tirada no dia da palestra 
 (Reprodução: foto de Mary Yamanaka)

Comentário da Mary Yamanaka sobre a palestra e exposição: 
“Deu tudo certo. A palestra foi muito boa houve interação com os ouvintes, ficaram muito curiosos de como mudei a temática da pintura, contei da nossa pesquisa, do meu lado o desejo de retratar a cultura brasileira depois de ter participado de um Congresso de Diversidades Culturais, acabei encontrando o seu blog, e do seu lado o desejo de perpetuar a memória da tradição de uso de carros de boi vivenciada pelas festas de carros de boi em Vazante MG. Quando se trata de temas como este as pessoas aqui em São Paulo ficam curiosas, elas se emocionaram e fizeram muitas perguntas, e eu respondi todas. O Edison não esperava esta reação do público ficando muito satisfeito, e ele comentou que a minha palestra foi melhor que as palestras que ele frequenta na USP, pois o público fica só ouvindo sem indagações ou questionamento, totalmente passivo, disse também que eu provoquei emoção nas pessoas contando a nossa história, e por sermos amigos virtuais e que a nossa parceria deu tão certo.Vieram mais pessoas do que eu esperava porque no dia choveu muito. E outras lamentaram  por não estarem presentes por conta da chuva. Obrigada pelos livros que me enviou. Todos viram e folhearam o seu livro. Abraços, Mary”

Para conhecer algumas das obras de Mary Yamanaka, favor acessar o link:

Agradecimento: 
Mais uma vez agradeço a você Mary Yamanaka por ter me presenteado com essa lida obra que se tornou a capa do meu livro, por divulgar o meu trabalho e as Festas de Carros de Boi em São Paulo. Obrigado!
*Maiores informações da exposição:  http://www.connhecer.tur.br/eventos/evento.php?id=196

Festas de Carros de Boi

O livro “Festas de Carros de Boi” está em promoção com frete grátis para qualquer lugar do Brasil, pelos Correios com código de rastreamento e várias formas de pagamento, inclusive por PAGSEGURO.


PREFÁCIO:    A história de um povo pode ser contada de muitas formas, pois ela não é uma brisa à margem da caminhada das pessoas, mas a própria caminhada do grupo humano. Eis a razão pela qual ela pode ser contada de várias formas, visto que cada indivíduo tem o seu ângulo de visão da caminhada.

Rogério Corrêa percebeu, na sua tranquila experiência mineira, que dentro do simples cotidiano de um povo encontra-se o espírito da sua história, e consequentemente a essência da sua identidade.

O livro é uma composição de história geral, regional e de sentimento de valorização de uma cultura, que nos chama a atenção para a relevância de todas as peças do grande quebra-cabeça que é a história da humanidade. Festas de carros de boi é a materialização literária do espírito histórico, que o povo brasileiro construiu a partir das diversas artes de viver no interior deste país, de modo particular no estado de minas gerais, conforme descreve Rogério Corrêa.

Este livro impressiona por três pedras preciosas muito bem esculpidas. A primeira é o valor atribuído ao carro de boi dentro da história da humanidade. Que eu tenha conhecimento, é a primeira vez que se mostra, com tamanha firmeza, a grande contribuição do carro de boi no desenvolvimento da história da humanidade. A segunda é a riqueza de detalhes utilizados para descrever a estética do carro de boi, uma espécie de pintura clássica da simples visualização, que até então, se percebia apenas como objeto. A terceira é a beleza da identidade da cultura brasileira, extraída da história do carro de boi. Narrando com autoridade de pesquisa empírica, Rogério se inscreve na galeria dos grandes admiradores das coisas simples, mas que têm profundo valor na composição histórica de uma cultura. E mais uma vez pomo-nos diante da realidade do que se deve entender por cultura, isto é, que cultura é um conjunto de elementos e sentimentos criados por um povo.

Neste livro, que é sobretudo uma homenagem àqueles que desejam realçar o valor do carro de boi na cultura brasileira, reconhece-se o porquê de a festa de carros de boi estar se tornando um acontecimento histórico. As festas de carros de boi já são parte do calendário cívico de algumas cidades Brasileiras, dentre elas, Vazante, no interior de Minas Gerais.

O giro das rodas de madeira e a força das patas das parelhas de bois, que arrastam cada carro, afundando o chão por onde passam, são a demonstração de como o homem também descobre o seu valor na contemplação das coisas que ele cria e domina.

Salve o carro de boi, o carreiro, o candeeiro!… Salve os bois!, que sem eles, o homem precisaria adaptar-se a outra ideia.

(Ernandes R. Marinho é Diretor Presidente do ICEIB, 
Professor Doutor em Filosofia pela Sorbone/França.)

 
 

Festas de Carros de Bois e Reflexões Filosóficas

OFERTA:

Compre já, pois são as últimas unidades do livro “Reflexões Filosóficas” que possui 195 páginas e custa apenas R$ 19,00. Com frete grátis para envio para qualquer lugar do Brasil com código de rastreamento (Correios).
Basta apenas efetuar a transferência ou depósito bancário (também pode ser feito pelos Correios) para:

 Banco do Brasil
 Agência nº: 3602-1; 
Conta corrente nº: 22448-0 
Rogério Silveira Corrêa

Após efetuar o depósito favor me informar pelo e-mail: rogerioscorrea@gmail.com o endereço completo para o envio do livro para qualquer parte do território nacional. Após a confirmação do depósito enviarei o livro “Reflexões Filosóficas” de imediato.


Descrição do livro: “Festas de Carros de Boi” do filósofo Rogério Corrêa vem de encontro com uma lacuna sobre os assuntos abordados, a paixão pela nossa cultura e pelo carro de boi. Pois, muitos pensavam que, com os meios de transportes modernos e evolução tecnológica, os  carros de boi e as suas cantigas peculiares iriam desaparecer, e só os encontrariam em museus, telas de pinturas ou esquecidos em fazendas antigas. Contudo, ocorreu uma reinvenção  para o uso dos carros de boi, saíram do  labutar para o  festejar. Neste trabalho o autor mergulha na sua história, na cultura de um povo, e com riqueza de detalhes e fotografias, mostra o porquê das Festas de Carros de Boi fazerem parte do calendário cívico de algumas cidades Brasileiras. Especialmente, por encantar todos os participantes e visitantes de vários lugares do Brasil e do exterior, independente do sexo e idade. É paixão a primeira vista, seja pela cultura, pela tradição, por curiosidade, pelo festar e por ter se tornado um acontecimento histórico.
Prefácio: A história de um povo pode ser contada de muitas formas, pois ela não é uma brisa à margem da caminhada das pessoas, mas a própria caminhada do grupo humano. Eis a razão pela qual ela pode ser contada de várias formas, visto que cada indivíduo tem o seu ângulo de visão da caminhada.
Rogério Corrêa percebeu, na sua tranquila experiência mineira, que dentro do simples cotidiano de um povo encontra-se o espírito da sua história, e consequentemente a essência da sua identidade.
O livro é uma composição de história geral, regional e de sentimento de valorização de uma cultura, que nos chama a atenção para a relevância de todas as peças do grande quebra-cabeça que é a história da humanidade. Festas de carros de boi é a materialização literária do espírito histórico, que o povo brasileiro construiu a partir das diversas artes de viver no interior deste país, de modo particular no estado de Minas Gerais, conforme descreve Rogério Corrêa.
Este livro impressiona por três pedras preciosas muito bem esculpidas. A primeira é o valor atribuído ao carro de boi dentro da história da humanidade. Que eu tenha conhecimento, é a primeira vez que se mostra, com tamanha firmeza, a grande contribuição do carro de boi no desenvolvimento da história da humanidade. A segunda é a riqueza de detalhes utilizados para descrever a estética do carro de boi, uma espécie de pintura clássica da simples visualização, que até então, se percebia apenas como objeto. A terceira é a beleza da identidade da cultura brasileira, extraída da história do carro de boi. Narrando com autoridade de pesquisa empírica, Rogério se inscreve na galeria dos grandes admiradores das coisas simples, mas que têm profundo valor na composição histórica de uma cultura. E mais uma vez pomo-nos diante da realidade do que se deve entender por cultura, isto é, que cultura é um conjunto de elementos e sentimentos criados por um povo.
Neste livro, que é sobretudo uma homenagem àqueles que desejam realçar o valor do carro de boi na cultura brasileira, reconhece-se o porquê de a festa de carros de boi estar se tornando um acontecimento histórico. As festas de carros de boi já são parte do calendário cívico de algumas cidades Brasileiras, dentre elas, Vazante, no interior de Minas Gerais.
O giro das rodas de madeira e a força das patas das parelhas de bois, que arrastam cada carro, afundando o chão por onde passam, são a demonstração de como o homem também descobre o seu valor na contemplação das coisas que ele cria e domina.
Salve o carro de boi, o carreiro, o candeeiro!… Salve os bois!, que sem eles, o homem precisaria adaptar-se a outra ideia.
(Ernandes R. Marinho é Diretor Presidente do ICEIB ‒ Instituto Cultural de Escritores Independentes do Brasil,
Professor Doutor em Filosofia pela Sorbone/França.)

IX Festa do Carro de Boi Afonso Cláudio – ES – dias 5 a 8 de julho de 2014*

A FESTA DO VOLUNTARIADO
5, 0, 7, e  8 de julho de 2014.
Local: Parque de Exposições do Empoçado –  Afonso Cláudio – ES

*Informação disponível em: http://www.funplace.com.br/Festa/9-festa-do-carro-de-boiafonso-claudio-0607-e-08-de-junho-de-2014-afonso-claudio-brazil-afonso-claudio-sexta-feira-06-06-2014-360226  Data: 03/02/2014.